Quando vestir simples vira um ato de rebeldia

Olá, Descomplicada! Respira fundo comigo por um instante…

Estamos vivendo uma era onde o mais chamativo ganha curtida, onde o excesso virou estratégia, e onde o look do dia muitas vezes parece mais um figurino do que um reflexo.

Nesse cenário, escolher o simples — uma camiseta bem cortada, um jeans que abraça, um sapato confortável — parece pouco.

Mas será?

Talvez o simples, hoje, seja uma das formas mais silenciosas (e potentes) de resistir à performance.

Porque existe uma diferença entre se vestir com intenção e se vestir para impressionar. E essa linha tênue, muitas vezes, é atravessada quando esquecemos de nós mesmas tentando parecer demais para os outros.

Não é sobre abrir mão de estilo.

É sobre tirar o ego do centro da escolha.

É sobre resgatar o corpo como casa, e não como vitrine.

É sobre calar o barulho externo e ouvir, enfim, a sua própria voz quando se olha no espelho.

E se o simples te fizer sentir presente, confortável e viva, então que seja ele a sua forma de gritar — sem precisar elevar o tom.

A moda tem espaço pra todo mundo. Mas o seu lugar nela só vai ser inteiro quando você parar de pedir permissão pra ser quem é.

E se o simples for exatamente o que te faz ser vista por quem realmente importa… você toparia bancar essa escolha?

Com carinho,

Salamandra Roxa – Renata Telma.

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