Das versões que cabem em você: todas têm espaço

Olá Descomplicada!! Você já se olhou no espelho e pensou: “Quem é essa mulher hoje?

Às vezes, ela acorda querendo o conforto do moletom. No outro dia, se sente pronta pra dominar o mundo num salto. E em todos esses dias, é a mesma mulher, só em versões diferentes.

Durante muito tempo, fomos ensinadas a acreditar que ter estilo é ser sempre igual. Mas o verdadeiro estilo nasce quando entendemos que podemos mudar sem perder a essência.

O estilo é vivo.

Ele acompanha a rotina, o humor, o corpo, as fases da vida, e até os papéis que a gente desempenha (mãe, profissional, amiga, esposa, mulher).

Mas o que confunde muitas mulheres é acreditar que, pra parecer coerente, precisam ter uma “assinatura” imutável. E é aí que mora o erro: coerência não é rigidez.

É quando o moletom e a alfaiataria, o salto e o tênis, fazem sentido dentro da mesma história a sua história.

Não é sobre se vestir sempre do mesmo jeito.

É sobre conseguir se olhar e pensar: “Isso tem a ver comigo, com o que quero viver agora.”

Quando você entende as suas versões, começa a perceber padrões que unem todas elas. Pode ser uma cor que se repete, uma modelagem que te faz sentir confiante, um toque de leveza que você busca até nos dias mais sérios.

Esses detalhes são o fio condutor entre as suas diferentes fases, é isso que traz coerência, não a repetição.

Vamos de um exemplo prático?!

Sabe aquele dia em que você acorda disposta, coloca uma calça de alfaiataria, passa um batom e sente que o mundo vai girar na sua energia?

E no dia seguinte, tudo o que você quer é o aconchego da sua calça de moletom, um coque e o silêncio do seu café?

Esses dois momentos dizem muito sobre você, e nenhum anula o outro.

Eles apenas mostram que o estilo não é estático, é emocional.

Ele conversa com o que você vive, sente e precisa em cada fase.

Talvez, o salto e o moletom tenham mais em comum do que parece: ambos refletem o que te faz sentir bem.

E é justamente aí que mora a coerência, não em se repetir, mas em se reconhecer.

Talvez o segredo não seja buscar um estilo fixo, mas construir um guarda-roupa que te acompanhe em todas as suas versões.

A coerência não está em se repetir está em se reconhecer, mesmo quando muda.

E se hoje você está descobrindo novas formas de se vestir, comemore: isso é sinal de evolução, não de confusão.

Que tal olhar pro seu armário com mais generosidade e perceber quantas versões lindas já habitam ali?

Com carinho Salamandra Roxa – Renata Telma.

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2 respostas a “Das versões que cabem em você: todas têm espaço”

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