Olá, Descomplicadas! Tem dias que a gente olha pro armário e pensa: “isso aqui não tem nada a ver comigo!” — e tá tudo bem. Porque estilo não nasce pronto, ele se constrói. E no blog de hoje, eu quero te mostrar como começar esse caminho de um jeito leve, verdadeiro e bem mais simples do que parece.
Vamos lá!! A gente cresce acreditando que descobrir nosso estilo é sobre caber em alguma “categoria”. Clássica, romântica, moderna, boho… como se fosse só marcar uma caixinha e pronto, tá resolvido.
Mas a verdade é que estilo pessoal não é uma gaveta onde a gente se encaixa. Ele é um reflexo vivo da nossa essência, das nossas experiências e, principalmente, das escolhas que fazemos todos os dias — com ou sem intenção.
Estilo não se escolhe, se revela.
Você já parou pra reparar nas roupas que você repete com frequência? Ou nas peças que ficam encostadas no armário mesmo sendo lindas? Já percebeu como seu humor, seus valores e até o lugar onde você vive influenciam na forma como você se veste?
O primeiro passo para identificar seu estilo de verdade não é sair fazendo testes online. É começar a observar a si mesma com curiosidade, não com julgamento.
Aqui vão 3 formas práticas de começar:
1- Observe seus padrões
Toda vez que repetir uma roupa ou um tipo de look, tente entender o porquê. É confortável? Te faz sentir segura? É rápido de compor? Esse “repeteco” te revela mais do que você imagina (Repare e anote).
2- Reflita sobre o que te incomoda
Não saber o que vestir. Sentir que “nada fica bom”. Odiar se ver nas fotos. Esses incômodos podem apontar pra áreas onde seu estilo não está sendo ouvido.
3- Salve referências — e compare com você
Não é sobre copiar. É sobre perceber o que te atrai e traduzir isso na sua realidade. Muitas vezes você admira um visual e acha que ele “não é pra você” — mas talvez só precise de uma adaptação com a sua linguagem.
Estilo é liberdade, não prisão.
O autoconhecimento é o que te permite fazer escolhas mais leves, coerentes, verdadeiras. Saber seu estilo não significa nunca mais sair da linha — mas sim, entender onde está sua linha, e por que ela te representa.
E se em algum momento esse processo parecer confuso demais, respira. Às vezes, tudo o que a gente precisa é de um olhar de fora, que respeite quem somos e ajude a destravar o que já está aí dentro, só esperando para aparecer.
A sua jornada precisa da sua dedicação e sua permissão em se olhar com profundidade!
Bjoo Renata Telma.
